Programação Simples

A CriptoTrem 2019 começa com quatro trilhas + installfest e termina com a keynote + criptofesta. Escolha o que quer seguir e se joga:

Keynote

[16:30 - 18:00] Brasil Hostil - Simulação Macabra sobre a Eliminação da Dissidência - Silvio Rhatto

E aí, Brasilidade Cordial? É hora de conversar sobre o que já está disponível e o que mais seria necessário para que Torturadores da Nação consigam eliminar a oposição política e implantar um regime pra um rebanho em estado de choque.

É mesmo possível que isso aconteça ou esses discursos são apenas uma estratégia de terror social?

Um panorama distópico da situação da insegurança digital e vigilância de massa no país com sugestões de como resistir de forma solidária.

Tecnopolíticas

Conhecer as ameaças é essencial para a autodefesa. Pensando nisso, apresentamos os últimos capítulos dessa distopia tropical chamada Brasil 2019. A criptografia protege traficantes e terroristas? Quem controla sua conexão? Quanto custam seus dados? O que é software livre e como ele pode ajudar na luta contra a vigilância? Como os movimentos sociais podem se proteger nas redes? Quem se beneficia da corrente no grupo da família? A trilha de tecnopolíticas está aí para oferecer algumas respostas e muitas outras perguntas.

  • [09:30 - 10:30] "Me passa o seu CPF?" Consumo, vigilância e proteção de dados pessoais - Davi Teófilo e Eugênio Corassa
  • [10:30 - 11:30] Notícias falsas e Whatsapp, greve dos caminhoneiros e eleições 2018 - Gustavo Jota
  • [12:30 - 13:30] Movimentos sociais e vigilância: o que vocês tem haver com isso? - Emanuela Ribeiro Halfeld e Florence Poznanski
  • [13:30 - 14:30] Monopólios digitais e as políticas de inclusão digital - Marina Pita
  • [14:30 - 15:15] Desordem informacional: Fake news e o fim da realidade - Luísa Côrtes Grego
  • [15:15 - 16:00] Guerras criptográficas: dos bloqueios do WhatsApp no Brasil à derrubada do Telegram na Rússia - Gustavo Rodrigues

Cibersiririca

Cibersirica? Sim, vamos usar as mãos para pensar mais longe!

A Internet oferece um espaço para se descobrir e vencer a timidez, mas também para discriminar e oprimir. As mulheres, junto da população negra e da população LGBT, sempre estão entre os que mais sofrem esses ataques.

Ao escolher o título de cibersirica para nossa trilha feminista, nossa intenção está longe de promover uma aula de sexualidade. Se você veio para isso, lamentamos muito e lhe desejamos boa sorte no seu caminho de descoberta do prazer individual.

Entendemos que o tabu sobre o empoderamento sexual da mulher na sociedade vai além dos nossos corpos e se desdobra nas mentes e no lugar que nos é dado na sociedade. E a luta contra esse tabu também vai muito além do autoprazer.

Meu corpo, minhas escolhas. E na internet não poderia ser diferente.

Então venham bater ess............e papo com a gente na CriptoTrem. Estamos construindo esse espaço aberto de troca de visões e perspectivas para construir uma internet mais segura e saudável para todas.

Incomodada com nossa postura provocadora? Seu lugar também está conosco, queremos ouvir e valorizar todas as mulheres e todos os feminismos!

Até já!

Privacidade é um direito e deve ser um princípio das nossas comunicações. E para as mulheres, essa afirmativa deveria ser mantra. Muitas mulheres e LGBTQI passam a sofrer com a vigilância nos espaços virtuais e as mais diversas manifestações de violência, numa reação das forças conservadoras, preconceituosas e misóginas que também vêm se fortalecendo e ganhando adesão na rede. Em contraponto a uma cultura do medo, a Trilha Cibersiririca pretende ser um espaço de diálogo e construção sobre cultura de segurança coletiva misturando abordagens teóricas e práticas sobre política, gênero, interseccionalidade e suas tecnologias, uma oportunidade de conhecer técnicas e táticas de segurança digital. Agora, ainda mais, precisamos construir redes de acolhimento e proteção dxs nossxs!

  • [10:30 - 11:30] Ciberfeminismos Plurais - Luana Tolentino
  • [12:30 - 13:30] Qual o anonimato que queremos? Ciberfeminismos e a internet enquanto ferramenta para denúncias de violência de gênero - Flora Carvalho
  • [13:30 - 14:30] Uma perspectiva de autocuidado digital feminista e criptonóia - Fernanda Monteiro
  • [14:30 - 15:30] Modelando corpos ciborgues: Da reiteração das normas de gênero nos filmes de ficção às novas tecnologias de violência - Isadora Cunha

Hack It Yourself

“O uso da palavra Hacker para se referir ao violador de segurança é uma conclusão que vem por parte dos meios de comunicação de massa. Nós, hackers, nos recusamos a reconhecer este significado, e continuamos usando a palavra para indicar alguém que ama programar e que gosta de ser hábil e engenhoso.” Já dizia Richard Stallman, pai do software livre e idealizador de um maneira democrática de fazer computação. Mas a internet ainda não é garantida e privacidade é um direito em perigo, entender como a rede funciona é um passo a mais para defendê-la. Traremos para o público geral alguns conceitos práticos e ferramentas que podem ajudá-lo a se manter mais seguro e informado na Internet. Venha conhecer mais sobre o universo hacker na trilha Hack It Yourself.

  • [10:30 - 11:30] A Deep Web e o Tor - Leonardo Serra
  • [12:30 - 13:30] Software Livre para todos - Ceagá
  • [13:30 - 14:30] O que é criptografia: a importância de protocolos abertos - João Moreno
  • [14:30 - 15:30] Segurança de pés descalços, um convite estratégico - chúy
  • [15:30 - 16:30] Sistemas de votação transparentes - Jeroen van de Graaf

Oficinas

  • [12:30 - 13:30] Usando o navegador Tor
  • [13:30 - 14:30] Gerenciamento de senhas
  • [14:30 - 15:15] FAQ Segurança da Informação
  • [15:15 - 16:30] Introdução ao PGP

Mediartetrips

  • [16:00 - 16:30] Livecoding audiovisual - beise
  • [16:00 - 16:30] Intervenção artística - Manas com Vida
  • [20:30 - 21:00] Analógica - hypergraph
  • Necrose - VideoArdi